(Rio de Janeiro, 8 de junho de 1957)
Tomando café da manhã e ouvindo esse delicioso disco do MÚ CARVALHO onde ele faz uma releitura da obra do grande ERNESTO NAZARETH... bom sábado a todos !
Tomando café da manhã e ouvindo esse delicioso disco do MÚ CARVALHO onde ele faz uma releitura da obra do grande ERNESTO NAZARETH... bom sábado a todos !
Rare footage of Grace Kelly on vacation with her family in Ocean City, New Jersey ― with Clark Gable on the set of Mogambo (1953) ― Princess Grace holding Prince Albert. pic.twitter.com/jtsUP1yh4t
— Hollywood Golden Age of Cinema (@HGACinema) January 28, 2026
The fallout of Banco Master’s liquidation is getting ugly. It is reinforcing the impression among Brazilian voters that the country’s top court lacks impartiality https://t.co/TX3G9RH3LN
— The Economist (@TheEconomist) January 25, 2026
Ontem, revi pela enésima vez "The Day The Earth Stood Still", clássico da Sci-Fi dos anos 50, brilhantemente dirigido por Robert Wise. Um filme que não envelheceu. Você pode revê-lo várias vezes...
Não assisti a versão com Keanu Reeves de 2008 (que deve ser uma porcaria).
Destaque para Patricia Neal, que tremenda atriz !
Quando você a compara com o resto do elenco (que é muito bom), percebe-se que ela está um degrau acima ...
Foi uma das grandes atrizes do cinema americano ...
Veja-a em HUD (pelo qual ganhou o Oscar de Melhor Atriz ).
... "Klaatu barada nikto" !
Opinião - Fabiano Lana
Vaias a Eduardo Leite: amor na política é só ao poder
As vaias ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ontem, por parte da militância petista, em evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, são só mais um exemplo de um modus operandi bastante comum para qualquer militante partidário nos tempos atuais. Não se escuta, não se argumenta, apenas se xinga e vaia tudo o que é contraditório ou não se submete. Apenas emergiu à superfície mais um exemplo do que ocorre nos esgotos das redes.
Para se ter a dimensão do estado radical da política hoje, quando se faz uma pesquisa superficial entre os chamados influencers de direita, nas plataformas, houve comemoração aberta aos apupos contra o governador gaúcho. No sentido de ele merecer o que houve por interagir em excesso com a esquerda. Agora sentiria na pele qual a consequência de conviver com os corvos – um dia eles lhes furam os olhos.
Sempre é possível argumentar que o comportamento agressivo e truculento corresponde às franjas radicais das militâncias. Mas, percebam, a condenação de suas atitudes por parte de seus líderes – à direita ou à esquerda – costuma ser protocolar, da boca para fora. Na prática, é vantajoso politicamente ter uma base mobilizada capaz de te aplaudir em tudo que você faça ou fale, ou vaiar um adversário, sem qualquer razão racional. Mês passado, a tarefa da horda foi tentar destruir os repórteres que apontaram as ligações suspeitas entre o liquidado Banco Master e os ministros do Supremo Tribunal Federal.
Fazer política sem radicalismo – ou pelo menos sem um suporte radical no Brasil e no mundo – tem sido algo como uma missão impossível. Um dos resultados é a erosão das forças políticas de centro, que, por não fazerem do barulho uma tática fundamental pelo poder, ficam vulneráveis às falanges da esquerda e da direita. E, pior, não há no horizonte, brasileiro ou mundial, um partido de centro que faça da hostilidade aos diferentes plataforma de conquista do poder. Conciliação anda fora de moda.
Política não se faz com amor. Mas combatendo adversários e se auto-vangloriando. Acreditar que um dos vetores da disputa carrega as maiores virtudes e o adversário representa o mal absoluto é cair em conversa de doutrinadores e dirigentes que só buscam mais poder. Mas que as vaias ao governador Eduardo Leite sirvam de alerta quando vierem pedir apoio em nome da “paz”, da “frente ampla” ou de algo equivalente. É mentira para ganhar as eleições porque nem esquerdistas nem direitistas gostam, politicamente, de centristas – apenas de seus “parcos” votos.